HÉRNIA DE DISCO, DOR LOMBAR, BURSITE, CANSAÇO, DORES NA PERNAS, ANSIEDADE, INSÔNIA E ETC.
Ter encontrado o Centro Taoista dirigido pelo Prof. Tsai foi um marco na minha busca por melhor qualidade de vida, me trouxe perspectiva de cura das dores nas costas e impulsionou a minha autoestima, em um momento que me sentia extremamente desanimado, frustrado e sem energia. Fui diagnosticado com hérnia de disco na lombar (L5-S1) e síndrome miofascial. O histórico realmente é muito longo, um problema que se arrastou por mais de 5 anos, vou tentar fazer um resumo para o depoimento não ficar grande demais. Em todo esse período, me submeti a vários tratamentos médicos e de fisioterapia. Mas, por indicação dos próprios médicos também busquei ajuda de tratamentos considerados alternativos como a acupuntura, tudo isso aliado a uma dieta rigorosa para perda de peso e muita disciplina em atividades físicas, principalmente exercícios aeróbios, alongamento e musculação. Era uma rotina muito cansativa e de resultados insatisfatórios e efêmeros. Com muito esforço, obtive progresso nos aspectos relacionados a condicionamento físico, postura, fortalecimento muscular e perda de peso. No entanto, vivi por muito tempo frustrado por não conseguir a cura ou, pelo menos, algo que me propiciasse um alívio significativo para aquelas dores, principalmente a dor lombar que era a que mais me incomodava. Mesmo estando bem fisicamente, eram frequentes as crises que me afastavam do emprego ou diminuíam a minha produtividade. O meu primeiro contato com a acupuntura aconteceu em 2006, através de um ortopedista que no ano anterior havia tratado da minha esposa que sofria com duas hérnias de disco na coluna e estava prestes a se submeter a uma cirurgia. Devido ao tratamento bem sucedido dela, foi exatamente esse médico que eu procurei na minha primeira crise, quando a lombar “travou” pela primeira vez. Infelizmente, o mesmo tratamento não resolveu para mim como resolveu para ela. A eficiência da técnica de acupuntura e quiropraxia (manipulação articular) aplicada por esse médico se mostrou limitada para o meu caso, após algumas sessões, ajudava a destravar a lombar e aliviava a dor por um período curto. Era a melhor alternativa que eu tinha nos momentos de crise, mas não conseguia impedir uma nova recaída depois de algum tempo. Em 2008, em uma das piores crises, procurei outro médico que me disse que não havia nada para justificar aquela dor. O exame de ressonância magnética só mostrava uma protrusão discal (L5-S1) sem compressão do nervo ciático (naquela época ainda não podia ser considerada uma hérnia, de acordo com a opinião dele). A recomendação desse médico era buscar mais qualidade de vida, perder peso, melhorar postura e fazer alongamento e fortalecimento muscular. Como eu já estava fazendo tudo isso há mais de um ano, então, na opinião dele, já estaria no caminho certo e seria uma questão de tempo para começar a melhorar. Para aliviar as dores, esse médico me receitou remédios controlados, um relaxante muscular e um antidepressivo. Com esses remédios a dor sumia, mas com efeitos colaterais que me incomodavam muito, a medicação me deixava muito sonolento, com dificuldades para urinar e com o intestino preguiçoso. Por indicação de um amigo, conheci uma fisioterapeuta que estudava medicina chinesa. Na época, ela me examinou e tentou me convencer que eu poderia ter uma alternativa aos remédios através da acupuntura; dizia que com as aplicações o meu corpo produziria naturalmente a própria “endorfina” para aliviar a dor e outras substâncias para promover o que ela chamava de auto cura. Na parte da fisioterapia em si, ela não via necessidade de incluir nenhuma técnica no tratamento, bastava o que eu já praticava de atividade física, somente acrescentando mais ênfase no fortalecimento da musculatura abdominal para melhor sustentação da lombar. O amigo que a indicou era o marido dela e me dizia que ela levava muito a sério os estudos de medicina chinesa, tomava chá, tinha uma alimentação muito natural e praticava a meditação, mas nada disso fazia parte do tratamento, era só a acupuntura mesmo. Por um tempo, a estratégia funcionou, até eu aparecer no consultório dela com a primeira crise de ciático, quando a dor passou a irradiar fortemente para a perna. Ela me dizia que eu estava com um desequilíbrio, porém aquelas sessões de acupuntura de nada resolviam o problema que só se agravava. Depois, eu desisti do tratamento com essa fisioterapeuta, mas eu acho que foi importante a experiência que eu tive com ela, porque funcionou bem por um tempo e serviu de referência para que eu entendesse que acupuntura de qualidade estava associada ao conhecimento e práticas da medicina chinesa. Cheguei a ser hospitalizado em 2009 para fazer uma punção (infiltração na hérnia), que também nada resolveu. O pós-operatório foi muito complicado, parei de mancar, mas a minha lombar ficou rígida como uma pedra e a recuperação levou mais de um mês, tomando muitos remédios que só disfarçavam a dor e tinham efeitos colaterais, o quadro não se estabilizava. Logo em seguida, antes mesmo de estar completamente recuperado, fui acometido de uma forte dor no ombro direito com irradiação para o braço, que comecei a sentir quando estava em casa, deitado na cama trocando o canal de TV. Por incrível que pareça, o médico que cuidou da lombar não conseguia diagnosticar a causa desse problema, então tive que mudar de médico novamente. Finalmente, com esse outro médico tive um diagnóstico completo. A causa da dor no ombro era uma bursite causada por uma lesão no manguito rotador, para as outras dores que não tinham explicacao ele fez o diagnóstico clinico da síndrome miofascial (dores músculo esqueléticas) com o agravante da hernia de disco. Então, fiz um tratamento bastante intensivo, com quase um ano de fisioterapia (no inicio acompanhada de analgesia através de remédios), RPG, quiropraxia e exercícios de fortalecimento para ombro e costas. Fiquei relativamente satisfeito com os resultados para o ombro e o ciático (que apresentou recaídas, mas se recuperou), porem a lombar ainda incomodava muito. Mesmo assim, o médico me deu alta e, de certa forma, me desenganou dizendo que eu não iria me livrar da dor
